sexta-feira, 29 de abril de 2011

AS IDAS E VINDAS DAS VIDAS

A memória ajuda-nos a não esquecer. Mantenha a sua em dia. Principalmente naquilo que se refere a quem você ama (ou que, pelo menos, seria bom se amasse - e fosse amado).

segunda-feira, 25 de abril de 2011

FRASE PARA NÃO ESQUECER

"No mundo atual, está-se investindo cinco vezes mais em remédios para virilidade masculina e silicone para mulheres do que na cura do Mal de Alzheimer. Daqui a alguns anos teremos velhas de seios grandes e velhos de pinto duro, mas que não se lembrarão para que servem." (Dráuzio Varella)
Dr. Dráuzio Varella

sexta-feira, 22 de abril de 2011

E O GOOGLE NÃO ENCONTROU.

Clique na imagem para ampliá-la.


Alguma novidade? Nenhuma. O Google não encontra símbolos tipográficos isolados. Experimente buscar por "!", ou "?", ou "%", por exemplo. O resultado será idêntico ao da tela acima. Então, continuamos na mesma.
Porém, sou brasileiro e o brasileiro não desiste nunca! Ainda vou achar o que o Google não ache.
E tão logo consiga, postarei, aqui, o resultado.
E tenho visto!

domingo, 17 de abril de 2011

CAMPANHA "VAMOS FALAR CORRETAMENTE"

                    Desde os primórdios da informática ele reina soberano, sem jamais ser ameaçado por qualquer outro símbolo que com ele pudesse competir, para a sua finalidade. E que finalidade é essa? Simples: unir um nome de pessoa (utilizador) ao nome de uma máquina (servidor), a fim de identificar quem está, em determinado momento, conectado e utilizando uma determinada rede de computadores, e, também, para identificar e localizar uma conta de correio eletrônico na rede mundial de computadores (internet).
         Este símbolo foi proposto, pela primeira vez, pelo programador Ray Tomlinson, funcionário da Bolt Beranek and Newman (BBN), empresa contratada pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos para implantar uma rede de computadores, desenvolvida pela agência Americana ARPA (Advanced Research and Projects Agency - Agência de Pesquisas e Projetos Avançados), em 1969, com o objetivo de interligar as bases militares e os departamentos de pesquisa do governo americano. Esta rede teve o seu berço dentro do Pentágono e foi batizada com o nome de ARPANet.
             Após este brevíssimo preâmbulo, resta saber por que foi este o símbolo escolhido para compor uma identificação completa  de utilizador, na rede, e não outro. O símbolo tipográfico @, em inglês, lê-se AT, que, em nossa língua, traduz-se por EM, NO. Assim, a intenção do programador que introduziu o seu uso no sistema de mensagens eletrônicas foi a de identificar um utilizador e localizá-lo na rede, informando de que computador partia uma mensagem e para que computador deveria ser enviada a resposta, e para quem.
              Exemplo: pessoa AT (@) servidor. Usando o meu nome de utilizador do serviço de mensagens eletrônicas do Gmail, para esmiuçar o exemplo, teremos: (pessoa) ente.maldito (NO) AT (servidor) gmail (de natureza) . (ponto) (comercial) com.
           Por isso, o símbolo tipográfico @ deve ser referido como AT e não ARROBA.
          Arroba é uma unidade de medida de massa ou volume. Utilizada largamente desde a antigüidade até fins do século XVIII, aproximadamente, a Arroba tanto servia para medir massa (popularmente chamada de Peso) de alimentos sólidos quanto volumes de líquidos, como do azeite ou do vinho (Taberneiro, dá-me uma arroba de vinho!), em transações comerciais. Com o tempo, foi gradualmente sendo abandonada.  Atualmente, no Brasil, ela equivale a 15Kg (de boi, por exemplo), aproximadamente.
             Nesse contexto, a continuarmos falando "fulano arroba gmail ou hotmail ou yahoo ou oquequerqueseja", vamos estar, na prática, dizendo: fulano quinze quilos (de boi) gmail ou hotmail ou yahoo ou oquequerqueseja, e não fulano NO (AT) gmail ou hotmail ou yahoo ou oquequerqueseja. Conseguiram perceber a sutileza?
          Não é incomum encontrarmos textos na internet (não em português, é claro) em que o símbolo @ é utilizado no lugar de AT, tais como fóruns de discussão, blogs pessoais, páginas de empresas e universidades.
             Há, ainda, o agravante de que é só no Brasil que se chama o AT de Arroba. Se tu estás falando com alguém do Uruguai, por exemplo, ou da Argentina, e diz: meu e-mail é fulano arroba gmail ou hotmail ou yahoo ou oquequerqueseja, a pessoa fica boiando, sem entender nada do que estás dizendo. Vai pensar que estás maluco - "Brasileiro é tudo meio doido, mesmo." - misturando nome de utilizador e de servidor com unidade de medida.
          Por outro lado, se disseres AT, serás entendido perfeitamente - e isso vale para TODO O MUNDO!, desde a Antártida até o Pólo Norte, passando por Uruguai, Bolívia, El Salvador, Cuba, Estados Unidos, China, Espanha, Alemanha, Marrocos, Egito, Zimbábue, Rússia etc.
          Por isso, em tempos de globalização, quando ouvimos coisas  curiosas como customizar (customize), para dizer personalizar (minhas orelhas tremem de medo só de pensar que, um dia, talvez ouça algum "empresário" do ramo de serviços, ou algum arrojado profissional de "marquetchin", disseminando a expressão customiário (customer), para dizer cliente. Credo!), criei esta campanha:

Vamos Falar Corretamente:
Chega de 15 quilos de boi!
Este símbolo @ é AT.



P.S.: Esta campanha tem o escopo apenas na utilização do símbolo @ no contexto dos endereços eletrônicos para envio e recebimento de mensagens eletrônicas (e-mails), não alcançando outras áreas como esportes,  química, linguagens de programação, comércio de alimentos; ou utilizações, como no Twitter, Facebook e Sistema Operacional Unix.

P.S do P.S: As experiências quanto a utilização (e o não entendimento) da expressão "arroba" com pessoas do Uruguai, Argentina, Chile, Cuba e Rússia foram vividas pelo autor deste artigo (ou seja, "mim"), que se referiram ao símbolo @, no contexto das mensagens eletrônicas, como AT. Daí a motivação para iniciar este movimento.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

SE GRITAR PEGA LADRÃO...

Nome completo: Vaclav Klaus
Nascimento: 19 de junho de 1941
Cidade: Praga
País: República Tcheca
Profissão: Economista
Fução/Cargo: Presidente da República
Tipo da autuação: flagrante por furto
Objeto: Caneta
Descrição concisa do fato delituoso: durante entrevista coletiva, ocorrida em Santiago do Chile, concedida pelos presidentes Vaclav Klaus, da República Tcheca, e Sebastián Piñera, do Chile, o primeiro sorrateiramente apropria-se de caneta que fora disponbilizada para que ambos assinassem acordos entre os dois países.

Assista ao vídeo do flagrante:



Fonte: Česká Televize

segunda-feira, 11 de abril de 2011

MAIS POESIA



Amigos do EnteMaldito.
Foram adicionadas mais 38 poesias no Toca Poesias (na barra lateral). Agora está ali, disponível para saborear, a Antologia Poética do Carlos Drummond de Andrade.
Apreciem sem moderação.

FESTIVAL INTERNACIONAL DE MÚSICA LIVRE



Alô, alô, mocidade independente de Porto Alegre! O Ente Maldito solidariza-se, divulga e apóia #FimLivre - Festival Internacional de Música Livre.
Reproduzo neste espaço o email-convocação que recebi do Everton e estendo a todos os que por aqui passarem.

Vâmo que vâmo, meu povo!
Liberdade de expressão não é privilégio! Liberdade de expressão é direito de todos!
Ó o EnteMaldito aí, gente! Aaaaaiiii...


 Nós, do movimento Música Para Baixar (MPB) compreendemos a música não apenas como entretenimento mas como uma forma da liberdade de expressão de ideias e sentimentos humanos. A falta de transparência na distribuição de recursos advindos da produção e o acesso intermediado por monopólios não contribuem para a diversidade musical brasileira tampouco para uma maior geração de renda dos artífices envolvidos na cadeia produtiva da música.

Vivemos um momento de definições do que é acesso e produção de música. As novas tecnologias, atualmente por terem a capacidade de ampliar as possibilidades de democratização da comunicação, da música e do conhecimento, atravessam um processo de ataques institucionalizados de diferentes setores que acirram a vigilância e o controle sobre o ambiente digital. Leis que regulamentam a circulação de conhecimentos e de propriedade intelectual são cada vez mais rígidas e engessam, por sua vez, as possibilidades criativas, com nítidos objetivos de determinar o que será consumido como cultura.

Ao mesmo tempo, observamos uma histórica segregação das mulheres em determinados espaços na sociedade, da qual deriva a situação de discriminação, invisibilidade e desvalorização da produção das mulheres presente, ainda hoje, também no âmbito da cultura. Queremos, através do Festival, contribuir para a inserção das mulheres em todas as etapas do processo de produção cultural.

O Festival Internacional de Música Livre (#FimLivre) será um espaço de mostra musical e debates, em que valores como colaboração, flexibilização das leis de direito autoral, generosidade intelectual, ativismo, troca, criação livre, licenças livres, redes sociais digitais e produção compartilhada serão elementos a sereelmapadetodosm discutidos enquanto novas possibilidades que integram a produção musical e desenvolvimento local. Representam um momento único de reapropriação da música, arte, tecnologia e comunicação colaborativa, por todas e principalmente par aqueles que até agora foram excluídos do acesso à criação, produção e apreciação da música.

Reconhecemos o apoio e parceria do Governo do Estado do RS que, através do Gabinete Digital do Governador Tarso Genro, constrói o #FimLivre de forma colaborativa com ativistas da cultura e música digital, para que nesse processo possamos também elaborar políticas públicas para o desenvolvimento de uma sociedade livre para o bem comum, em que a mais pessoas participem desse processo, efetivamente, desde sua concepção até sua implementação.

O desafio também é pensar políticas públicas que considerem as práticas da internet, que organizem cadeias produtivas e modelos de criação, produção e apreciação da música, que fomentem relações sociais, culturais e econômicas justas e transparentes, sem intermediários, para que exista cada vez mais equilíbrio entre remuneração justa do criador(a) e gestor(a) das suas obras e o livre acesso aos cidadãos.

Sob essas perspectivas, o Movimento Música Para Baixar convoca organizações, coletivos e indivíduos para lançamento #FimLivre, que acontecerá na Casa de Cultura Mário Quintana, no dia 13 de abril às 16h em Porto Alegre.

O lançamento do #FimLivre é também parte da programação do Festival IberoAmericano “EL MAPA DE TODOS” que acontecerá nos dias 12, 13 e 14 de abril, em Porto Alegre, com participação de artistas de diversos países. Saiba mais: http://www.elmapadetodos.com.br

Serviço:

O que? Lançamento do Festival Internacional de Música Livre – #FimLivre.
Onde? Casa de Cultura Mário Quintana – Porto Alegre
Quando? 13 de abril às 16h.

O lançamento será transmitido pela internet: http://softwarelivre.org/fimlivre e nas redes sociais.

Contatos:

Gustavo Anitelli             (11) 86996683
Richard Serraria             (51) 91047759 
Ediane Oliveira             (53) 84 39 4536 
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Everton Rodrigues
Blog Brasil Autogestionário
www.brasilautogestionario.org
Tel:             (51) 8564-6466
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Outros contatos
everton@softwarelivre.org
Jabber: volverine@jabber.org
GoogleTalk: evertonlivre@gmail.com
Skype: gnueverton

Movimento Software Livre
www.softwarelivre.org
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Movimento Música para Baixar - MPB
www.musicaparabaixar.org.br

domingo, 10 de abril de 2011

TRANSGRESSOR


Sim, eu sou um transgressor. E daí? Sim, eu sou psicodélico, viajandão, perdidaço e gosto de ouvir Odair José. E daí?
Não, eu não estou deprimido, não tive um derrame, não misturei maconha na minha cerveja. Eu só gosto de Odair José. Gosto de um trabalho em especial.
E tanto gosto que resolvi compartilhar. Deve ter mais gente que goste. E aqueles que ainda não gostam, quem sabe, haverão de gostar. Afinal, é Odair José. Não é Luan Santana!
Afinal, é uma ópera-rock! deste que já foi chamado o "Bob Dylan brasileiro"! Não é um singlezinho para ser tocado em FMs de programação duvidosa em troca de um jabá merreca.

Para aqueles que não conhecem, nunca ouviram falar, nunca se interessaram, morriam de medo, de asco, conjuravam pelos becos desejando o seu desaparecimento definitivo, reapresento-vos...

ODAIR JOSÉ
em sua grandiosa obra: "O Filho de José e Maria".
Ouçam, eu peço. Dêem uma chance, eu suplico. Vocês não vão se arrepender.


sábado, 9 de abril de 2011

MASSACRE NO RIO

MASSACRE NO RIO SUSCITA DISCUSSÃO SOBRE FUNÇÃO DAS ESCOLAS



Eu não sei exatamente o que comentar sobre este caso. Ainda.
Mas vamos assistir ao vídeo, abaixo, o que nos dará algum fio que poderemos, mais tarde, tomar como ponta da meada para melhor desenvolvermos o assunto.







DE ONDE VÊM OS MONSTROS?

De onde vêm os monstros?
Quem os pari? Quem cuida deles enquanto são pequenos? Quem os alimenta?
Quando estão com medo, à noite, da chuva forte e dos raios e dos trovões, quem os afaga? Quem os tranqüiliza?
Quando estão aprendendo a dar os seus primeiros passinhos, quem os incentiva, quem lhes dá segurança, quem os apóia?
Quem lava suas roupinhas? Quem cerze os pequenos rasgões? Quem os recebe, quando chegam do futebol com amigos, na pracinha?
Quem fica acordado a noite toda ao seu lado, zelando, enquanto estão doentes, com febre, com tremores, suando frio e muito assustados?
Quem os leva pela primeira vez à escola? Quem lhes compra o primeiro uniforme, o primeiro caderno, o primeiro lápis?
Quem os ensina a atravessar a rua, a tomar cuidado com os carros? Quem os aconselha a não conversar com estranhos? Quem vai à escola conversar com o professor quando ele apresenta algum problema de relacionamento ou de desempenho?
De onde vêm os monstros? Alguém me responda, por favor!
Porque estou cansado de saber dessas criaturas, vagando perdidas pelo mundo, e sempre pensar que não nasceram, mas brotaram da terra, de algum buraco da terra: de uma caverna, de um bueiro, de uma latrina... Estou cansado e com medo de não reconhecê-los quando passam ao meu lado ou param ao meu lado, conversam comigo, trabalham comigo, estudam comigo, namoram comigo, podem até ter um filho comigo!
Eu preciso muito, mas muito mesmo, saber de onde vêm os monstros. Quem lhes dá à luz? Serão outros monstros, também? Pela lógica, suponho que sim: monstros dão origem a monstros, assim como pessoas dão origem a pessoas, cães a cães, gatos a gatos e assim por diante.
Porque eu gostaria de matá-los antes que pudessem executar suas monstruosidades. Afinal, o que mais fazem os monstros além de monstruosidades? Mas como reconhecê-los? Como sabê-los?
Quando me dou conta, estou diante de um que quase me atropela na faixa de segurança por que não pode esperar um segundo; ou diante de outro que quer brigar  por que reclamo que o produto que está vendendo não está em perfeitas condições; ou passando por um que, de dentro do carro em que vai, grita mandando-me cortar o cabelo e chamando-me de veado. E estou falando apenas do que me acontece.
Se for considerar, também, as situações em que sou apenas assistente, apenas platéia, poderia afirmar que há milhares de monstros a solta, todos prontos e preparados para praticarem suas monstruosidades a qualquer momento, por qualquer motivo. E o que, no meu entendimento, é ainda mais grave: alguns desses monstros criam, educam e preparam outros monstros, que repetirão suas monstruosidades, se é que não as amplificarão, acrescentando-lhes algumas "pitadas" de sadismo, tão em voga, atualmente.
Porém, quando leio, ouço, assisto ao que dizem médicos, advogados, governantes, chefes de polícia, colunistas, apresentadores, chego a conclusão de que estou enganado. Que os comportamentos, as atitudes apresentadas por tais "criaturas" podem, tranqüilamente, ser classificadas como normais: são devidas ao stress, à competição intensa dos dias atuais (Competição é a palavra mágica, muito utilizada hoje em dia, para justificar todas as aberrações cometidas que, de outra forma, não poderiam, jamais, ser justificadas.). Não representam perigo e não denotam pessoas "monstruadas".
Então, passo a achar normal xingar outras pessoas por qualquer coisa que julgue procedente, ameaçá-las por que não fazem o que quero, como quero, na hora que quero, só por que quero.
Passo a achar normal ser indiferente, autossuficiente, carrancudo, mal-humorado, beligerante. Acho normal e não me acho doente. Assim, com os olhos da alma e da cara embotados, vou amontoando males irreparáveis e guardando lixo, do qual não consigo nunca mais me desfazer. E, pior: não me preocupo em desfazer-me. No auge do meu fanatismo por mim, por minhas idéias, exibo todas essas deformações guardadas como um título lustroso de um caráter forte, destemido, empreendedor, corajoso, moderno - invejável.
Como conseqüência, não percebo que estamos todos doentes, terminantemente doentes. Que da maneira como nos organizamos, que da maneira como sobrevivemos, que da maneira como vivemos em sociedade, estamos condenando-nos a matarmo-nos todos. Porque o outro é intolerável, sua existência é intolerável: sua presença, seus modos, seu jeito, as posições que defende, as idéias que propaga - tudo no outro é intolerável. Somente tolera-se o desejo monstruoso, que existe em cada um e que a tudo justifica, de destruir, apagar, afastar, extinguir.
Diz-se do rapaz que matou as crianças na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, no Rio de Janeiro, que é um monstro. Diz-se, também, que é um fanático, um doente mental. Eu afirmo que, diante da maneira como temos sido, é uma pessoa normal. E cometeu o que qualquer um de nós, se não pelos mesmos motivos, mas por outros quaisquer que julgássemos suficientes e justos, cometeria também. Pois, preparados - e rotineiramente nos preparando - para isso, estamos. Somos todos monstros para os outros, fanáticos por nossa causa, doentes mentais pelas ilusões que nos inculcam que vencer é chegar a um patamar financeiro tal onde se possa consumir o que se quiser, não interessando o custo, em recursos naturais e de vidas, para se produzir o que se deseja.
Não sei quando nos daremos conta de que habitarmos este planeta para massacrarmos uns aos outros por conta do dinheiro, da impressão de poder, da vaidade, de um temeroso conceito do que seja distinção, status social, não nos assegurará um futuro maravilhoso. Que somente quando nos apercebermos de nossa humanidade e do quanto vale a pena tornarmos este planeta habitável e confortável para TODOS é que estaremos trilhando um caminho seguro, inclusive para os animais, para as plantas, para os minerais: para o planeta, enfim.
Não sei quando... Talvez, quando descobrirmos de onde vêm os monstros. E quando, finalmente, tivermos coragem de matá-los.



"Que o último monstro atire a última pá de terra sobre o último cadáver sepultado e tome conta de tudo."

domingo, 3 de abril de 2011

O QUE É ARTE E COMO SE PRATICA?

Certa feita, meu filho chegou para mim e perguntou se eu o ensinaria a tocar violão. Muito satisfeito, concordei prontamente.
Depois de duas aulas ele desistiu. Argumentou que nunca conseguiria aprender a tocar violão, que era muito difícil. Disse a ele que aquilo não tinha importância, pois, se o que ele queria era produzir música, ela poderia ser tirada de qualquer coisa, não necessariamente um de instrumento.
Assistindo ao artista do vídeo abaixo, concluo que disse ao meu filhote a coisa certa.
Se ele fosse mais velho, com maior capacidade de abstração, teria dito que a arte depende da criatividade do artista, não da sua técnica. A técnica emprega-se depois, naturalmente, como ferramenta de aperfeiçoamento daquele momento de primeiro arrebatamento.
Para perceber o diamante mais bonito é preciso sensibilidade. Para lapidá-lo é preciso técnica.



OBS.: Se fôsse eu, já teria derrubado todos os copos na primeira passada de mão!

RECICLAGEM VS. INDIFERENÇA

PLÁSTICO, PLÁSTICO E MAIS PLÁSTICO!
E nós, transitando indiferentes por este mundo high-PET (Polietileno tereftalato).
Precisamos reagir.


Uma "pegadinha" original, meio engraçada, porém com um objetivo muito sério.
Será que é o único jeito para estimular-mo-nos?




Visite este link Ambiente Brasil para saber mais sobre tipos de plástico e reciclagem.
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